segunda-feira, 8 de abril de 2013

O Principe Perdido



   Livro do Gian 



 
 
 
Capitulo 1 – Uma senhora dá em cima do meu pai.

Estava escuro... Só vi a luz depois de alguns segundos estava em uma Rua em Broadway, Nova York, Estados Unidos. Queria estar empolgado com a nova escola, mas... Já era a minha quarta escola de que me mudo. Meu pai nunca para em um emprego. Ele sempre muda, depois de uns meses nele. Teve uma época em que eu fiquei com muita raiva, pois ele nunca diz por que muda tanto de emprego. Ele era pra mim, bonito alto, cabelos castanhos, olhos verdes, e uma barba sempre raspada:

    - Pai, qual é o nome da escola?

    - Instituto American High Schools.

Depois de algumas horas pude ver a cidade, ela era enorme com prédios altos. Mas meu pai disse que nós iríamos morar em um bairro longe da cidade. Olhei a grande placa ‘’Upper West Side’’ era o que estava escrito na placa grande quando chegamos bom era algumas casas geminadas, outras normais, e também uma casa antiga no final da rua com telha quebrada jardim com flores desabrochadas, etc. Olhei para nossa casa e parecia normal em comparação com as outras. Era uma casa bem arrumada com tinta nova parede de cimento, jardim de giras sóis, rosas, flores de , etc. Por dentro era quente e aconchegante, me sentia bem nela. Arrumamos nossas malas rápidas para dormir já que os dois já iam trabalhar e estudar amanhã estava legal até uma senhora bater na porta:

   - Olá! Meu nome Rilder, moro na ultima casa da rua. E vim dar boas vindas – Disse ela

 

  Ela era uma velha diferente podemos dizer usava casacos de lã azul, um chapéu vermelho. Tinha pele quase lisa só com algumas verrugas, e usava um vestido preto.

 

  -Olá! Meu nome é Roger, Somos novos aqui, gostaria de alguma coisa? – Perguntou meu pai.

  -AH! Desculpa-me eu sou um pouco intrometida, e Também senti um cheiro tão bom... Quer dizer ouvi fala bem de vocês e então vim para conhecê-los – Disse ela com um sorriso medonho – Bom acho que devo ir embora então... Vejo vocês mais tarde. – disse.

  -Está bem, qualquer hora vamos fazer uma visita para a senhora, para contribuir pela hospitalidade toda – disse meu pai.

  -Sim! Faz muito tempo que não recebo visita tão jovem. A maioria das pessoas que vem para cá são velhos e os jovem que vem sempre vão embora... – disse ela com o mesmo sorriso.

  A essa hora já achava que ela era uma velha tarada que tava dando em cima do meu pai na minha frente. Totalmente constrangedor. Mas o estranho foi quando ela olhou para mim arregalou os olhos como se eu fosse um alienígena, continuou olhando por alguns minutos até meu pai estalar os dedos e ela limpar a baba da boca:

  -Você está bem? – disse ele.

  -Sim, é só que... Nada. Eu vou agora, tenho umas coisas para arrumar, Tchau – disse atordoada.

  -Está bem te vejo mais tarde! – disse meu pai estranhando.

 

Quando ela se virou fiquei com um frio no corpo que não parava mais. Senti que ela não era normal principalmente quando vi que tinha uma coisa no seu quadril como se fosse uma cauda:

 

  - Piter, você fez alguma coisa para essa mulher?

  - Pai, eu acabei de chegar e você quer me culpar por ela me achar mais bonito que você? – falei brincando.

  Fomos dormir logo depois...

Capitulo 2 – Conheço um amigo, um professor e uma menina

 

 

Sonhei com um lugar espaçoso e grande todo dourado com umas seis pessoas, e o primeiro disse:

  - Temos que encontrá-lo logo, antes que as criaturas das trevas comecem a agir – disse.

  - Eu sei, mas a grupo de rastreamento está procurando ele está protegido por enquanto que estiver sub a proteção de seu pai. E deve estar tudo bem, pois ele ainda não mandou um sinal de emergência – disse o segundo.

 

 Logo quando ele parou de falar uma esfera vermelha na sua frente começou a brilhar...

 - Eu e a Minha boca – disse o segundo, preocupado.

 -Droga! Porque sempre acontece isso. – disse o terceiro

 -Calados! Vamos ver onde está o príncipe e ir buscá-lo. – disse o que estava sentado no centro da mesa.

 

  Depois disso acordei e já estava de manhã, o sol brilhava na minha cara. E eu sentia que aquele dia seria bem estranho. Desci as escadas E lá estava meu pai todo desengonçado tentando por a meia e comer ao mesmo tempo:

  - Você está atrasado, não é? – Perguntei.

  -Sim! E Muito, São 9:45 e eu tenho que chegar no emprego 10:20! – disse desesperado.

  -Calma Você consegue. Sempre consegue emprego fácil, e bem se quiser a gente pode ir da uma volta para conhecer a cidade depois. – disse tentando acalmá-lo.

  -Obrigado! Mas acho que hoje vou ficar até mais tarde para levar as coisas para o emprego, tenho que está que  com meu escritório pronto antes do dia acabar – disse arrumando o palito – Bom deixei café da manhã em cima da mesa, e o ônibus passa às 10:30 hrs. Então também se arrume!

  - Pai não sou que nem você. Arrumo-me rápido e além do mais ainda tenho tempo.

Arrumei-me em uns 15 minutos e o ônibus azul com listras pretas, já estava em frente a minha casa. Fui correndo em direção a ele até virar o olho e ver a senhorita Rilder me olhando da casa dela. Não sei se ela gostou de mim ou me odiou. Bom ao certo pelo menos, sei que vou para escola conhecer pessoas novas. Espero conhecer amigos legais por que no ano passado só tinha amigos que me zuavam pra se achar com as garotas. Bom Instituto American High Schools era mais normal do que eu pensava, bom só tirando alguns alunos que estavam na entrada cobrando pedágio pra entrar na escola... Quando estava saindo vi que era uma escola boa, tinta nova igual a do ônibus gramado cortado uma grande quadra e um estádio enorme de futebol.

  -Oi! Você é novo, não é? – disse um garoto atrás de mim.

  -Sim, mas não sei se vou me dar bem nessa escola – disse olhando para os valentões na porta.

  -Você não precisa se preocupar com eles – disse o garoto apontando para os valentões.

  -Tem uma entrada, pela direita. E eles sempre ficam aqui por que a maioria dos alunos entra por aqui – disse querendo ajudar.

  -Meu nome é Rey, estudo aqui a uns 5 anos – disse Rey.

  -Meu nome é Piter, cheguei na cidade ontem – disse parecendo calmo.

 

 Descemos do ônibus e fomos em direção a entrada da direita, só ai que vi melhor como era o Rey ele não parecia um nerd, ele era totalmente diferente, usava calça Jens, jaqueta de couro, tênis de marca, e era musculoso. Achava ótimo ser amigo dele ele era simpático, com todos. Depois de entramos na escola fomos direto para a tela, é como chamam aquela coisa é uma parede pintada de verde com um monte de cartaz, e no centro tinha o nome e o número dos nossos armários. Achei bem estranho o número do meu armário era 355 e o número 356 era o número de armário de Rey, e era bem do meu lado o que era uma sorte grande.Bom pensei que eu ai fazer de Rey meu melhor amigo mais quando virei para trás ele tinha desaparecido.

  - Tudo bem com você? – disse um homem alto de moletom atrás de mim.

  -Sim, por quê? – disse parecendo calmo.

  -Ah! Sim, posso ver que temos um caso de um aluno novo com vergonha. – disse ele parecendo legal – Desculpe meu nome Zeny, sou o professor de historia.

  - Nossa me desculpe, é estou meio assustado – disse.

  - Posso te ajudar? – disse Zeny.

  - Bom aonde é a classe da senhora Tira, a professora de inglês – disse eu

  - Ah! A professora doida sim a classe dela é a ultima do corredor - disse Zeny parecendo não gostar da professora.

  - Tá! Obrigado! – disse.

  - Bom vejo você na sexta aula, a aula de história – disse animado.

  - Estou ansioso para ver sua aula – disse.

 

A senhorita Tira era uma senhora de uns 71 anos, ela gritava com todo mundo, ela não deixava nem respirar. Pensava que ia ser enterrado vivo. Ela brigava bastante. Mas ela no final pedia desculpa, e voltava a aula. Até uma hora em que eu vi um volto, eu tinha olhado pela janela e vi do outro lado da rua a senhorita Rilder me observando, como se fosse seu prato de jantar. Mas depois de uns minutos um ônibus passou e ela desapareceu. Fiquei inquieto com isso, primeiro aquele sonho louco e depois a Rilder atrás de mim, isso tava totalmente louco.

  -Posso ir ao banheiro? – Perguntei.

  -Sim – disse Tira me encarando.

  -Obrigado – disse.

 

Fui direto pro bebedouro, e lá encontrei o Rey. Assim que eu descobri que o Rey era do 9ª ano e eu do 7ª achei que essa amizade não ai dar certo. Depois de conversamos por uns minutos lembrei-me de tomar minha água. A gente era totalmente igual. A classe dele era do lado da minha, assim ficamos conversando até chegar a porta das nossas salas.

  -Rey, você é bem popular. Com certeza, então por que conversa comigo? Um garoto novo e dois anos mais novo que você? – disse curioso.

  -Piter, você me lembrar a mim mesmo quando cheguei nessa escola. Por isso acho que é legal te ajudar, além do mais você também é legal. – disse Rey.

  -Obrigado – disse agradecido.

  -Que nada! Agora acho bom a gente voltar pra classe senão vamos tomar uma advertência por ficar tanto tempo no corredor – disse Rey, me apresando.

 

 Ele tinha razão, a professora Tira me fuzilou com olhares ameaçadores. Creio que ela achou que eu tive uma diarréia das bravas. Sentei-me e olhei o mesmo lugar aonde tinha visto a senhora Rilder. Mas não tinha ninguém por lá, o que eu achei estranho. Lá está sempre cheio, sempre alguém esperando o ônibus ou outra coisa, mas não estava sem ninguém, vazio. Tava me sentindo mal estava com dor de cabeça, enjoou e quase vomitando. Não queria contar pra professora Tira, acho que ela ia pensar que eu tava zombando da cara dela, primeiro fica meia hora no banheiro depois passa mal... Concentrei-me e parou, mas continuei me sentindo incomodado com alguma coisa. Bem logo no primeiro dia tive que agüentar a professora Tira me falando de adjetivo, substantivo, verbo, pronome, etc. Por três aulas até que acabou a aula dela, Passamos duas aulas sem fazer nada com nenhum professor. Mas logo começou a aula que eu mais esperava a aula do senhor Zeny, professor de Historia.

Bom pode dizer que o professor Zeny, pode ter uns parafusos a menos.

Ele era o melhor professor do mundo, ele brincava, zoava, explicava, e ria muito. Com o tempo ele falou sobre a Era Viking. Foi muito hilário pois ele tinha um capacete de chifre dos vikings, e ele imitou certinho um viking. Assim passou a hora mais rápido do que eu pensava. Tinha visto o relógio pela ultima vez na ultima aula de senhora Tira, e depois ficamos duas aulas sem fazer nada. Porque a senhora Donal, professora de geografia tinha faltado. Nós conversamos por quase toda aula. Conhecendo uns aos outros, conversamos. Mas logo vi o relógio e já estava na hora do recreio...

Brizzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz!!!!!!

Todos os alunos foram correndo para o corredor, mas eu estava esperando o Rey. Ele tava arrumando as coisas dele na mochila.

  - Você demora muito – disse quando se aproximou, entediado de tanto esperar.

  - Calma! Parece que você está muito apressado – disse Rey.

  - Não é que eu to me sentindo mal, acho que pode ser fome – disse.

 Fomos direto para o refeitório e eu não saia de perto do Rey não queria perde ele de vista outra vez. Dei uma olhada geral e vi uma mesa cheia de descolados, mas quando fui chamar Rey para sentar com eles, ele já estava sentado em uma mesa vazia.

  -Por que a gente não senta naquela mesa – disse, apontando para a mesa dos descolados.

  -Porque no ano passado eu sentava lá mas, eu descobri que a única coisa que eles fazem é ficar zoando os novatos. E eu odeio gente assim – disse Rey com cara brava.

 Estávamos bem até uma garota loira, com olhos azuis, cabelo encaracolado, com duas garotas ao seu lado. As três com uniforme de líder de torcida:

  - AH! Não, ela não – disse Rey, se lamentando.

  - Que foi? – perguntei.

  - Harley, minha ex-namorada – disse Rey

 

Harley se aproximou de nós e virou para mim e disse:

  -O Diretor quer falar com você novato – disse Harley.

  -Você se acha, só porque é filha do diretor – disse Rey, zangado.

  -Cala boca, ninguém pediu sua opinião. – disse Harley brava.

  -Mas ele é meu amigo e eu tenho que proteger ele das suas mãos do mal. – disse Rey.

Eles ficaram meia hora discutindo até, eu sair de fininho e ir a sala de diretor... Chegando lá não encontrei ninguém. Quando eu ouvi o sinal bater sai correndo para classe mais bem nessa hora vi que menos eu queria ver nessa hora a senhorita Rilder na minha frente:

  -Olá! Piterrr – disse com uma voz estranha.

  -O que você está fazendo aqui? – disse

  -Queria ver você... – disse com um sorriso medonho.

 Depois de alguns segundos dela olhando para mim... Ela começou a se contorcer foi ficando maior, suas pernas estavam estranhas, tava se juntando e a cada segundo sua pele ficava mais esverdeada. Com um tempo a senhorita Rilder era uma mulher cobra de mais de 3 metros de altura, com olhos faiscando em chamas amarelas. Fiquei paralisado quando ouvi um zumbido atrás de mim, passou raspando na minha orelha uma flecha dourada. E perfurou a casca grossa do monstro. Olhei para trás e tinha um grupo de cinco pessoas uma arqueira, equipada com armadura de prata e um arco dourado. Dois garatos atrás os dois altos com um raio desenhado no rosto, usando uma capa vermelha, e braceletes dourados. E mais dois espadachim atrás com armaduras totalmente dourada e espadas com cabo de oura e a lamina prateada. Eles logo vieram pra perto de mim:

  -Usem a formação pra combate 4 – disse a arqueira, vindo em minha direção.

  -Quem é você? – disse

  -Sou Aramis, sou a líder do esquadrão de rastreamento.

 

Capitulo 3 – Luto contra uma Serpente do Mal...

 

“Aramis foi direto para formação eles estavam formando um ‘‘H”. Os feiticeiros no meio, os espadachins na frente, e os arqueiros no final prontos para atacar. E por final Aramis no centro do ‘‘H’’. Foram avançando aos poucos enfrentando a serpente de frente. Até que os dois só meio começaram a falar uma língua diferente parecia latim, só com um sotaque estranho. Em uns segundos, chamas vermelhas faiscantes circularam o monstro, Os arqueiros dispararam um monte de flechas em direção ao monstro. Os espadachins estavam parados parecendo estar esperando o momento certo para atacar. Quando o monstro virou os olhos para se defenderem das chamas eles dispararam. Aramis estava no meio parado só dando ordens. Até o momento em que as chamas cessaram e o monstro já tinha disparado uns ataque contras os espadachins, Todos recuaram menos Aramis, ela pegou seu arco simplesmente colocou uma flecha e quando disparou a flecha reluziu em chamas e perfurou totalmente o monstro.  O monstro tentou fugir mais Aramis deparou outra flecha flamejante no meio da rota da fuga... O que Aramis não esperava era que o monstro fosse atacar seus amigos já esgotados. O monstro saiu em direção ao grupo dos guerreiros que estavam descansando. Não dava tempo de Aramis disparar uma flecha o monstro estava rápido demais. Então fiz a coisa mais doida da minha vida fiquei na frente entre o monstro e o grupo...

  -Não vou deixar você passar – disse, com as minhas pernas tremendo.

  -Sai da frente, Piter. Você não pode morrer você é o príncipe – disse Aramis.

 Ouvindo o que Aramis disse fiquei paralisado, aquela frase era familiar uma frase que escutava quando a minha infância um enorme poder surgiu de mim quando vi minhas mãos estavam vibrando e de repente elas começaram a brilhar dourado. Quando vi tinha uma explosão saindo da minha mão. Cobrindo o monstro como uma prisão. Pouco a pouco foi diminuindo mais a prisão até sumir junto com o monstro dentro. Aramis veio correndo na minha direção:

  -Você com certeza é o príncipe! – disse Aramis, aliviada.

  -O que é esse negocio de eu ser príncipe? – disse confuso.

  -Temos que avisar seu pai que chegamos, para levá-lo a outra dimensão – disse animada.

 

O pessoal do grupo acordou e logo fomos para minha casa. Passando um corredor vi outra pessoa quem menos queria ver, Rey.

  -O que aconteceu? – disse Rey, preocupado.

  -Desculpa! Eu me perdi, e essas pessoas me ajudaram a encontrar o caminho da classe. – disse tentando enganá-lo.

  -Que seja agora você vai vim comigo – disse Rey, puxando meu braço.

  -Pare! – disse Aramis.

Quando Aramis tocou o braço do Rey, ele estava tão bravo que simplesmente explodiu, e ela voou longe.

  -Você é um Feiticeiro! – disse Aramis brava.

  -Não isso de novo não, sempre acontece quando eu estou bravo – disse Rey, atordoado.

  -Nossa que legal um Feiticeiro novato que não sabe usar seus poderes... Mas eu juro que se você fizer isso de novo eu te mato, Ouviu? – disse Aramis apontado.

  -Não briguem! Peço desculpas pelo Rey, ele não sabe o que fez, por favor! – disse querendo parar a briga.

  -Rey? O que aconteceu? Você ficou doido do nada! – disse curioso.

  -Desculpe-me, é que faz tempo que não tenho um amigo tão legal, e eu vi que se não te impedisse ai perder você – disse Rey.

  -AH! Tinha que ser Piter você é o culpado disso tudo! – disse Aramis ainda indignada.

  -Como assim? – disse.

  -Bom quem é da realeza sempre tem seus seguidores, eles gostam de você por gostar, sem ninguém dizer, como os animais sabem que tem que obedecer até o menor leão – disse Aramis tentando me explicar.

  -Isso se chama Ligação, ele está ligado à você e vai segui-lo até a morte, isso acontece com qualquer pessoa da outra dimensão – disse Aramis.

  -Vamos logo antes que mais algum monstro apareça – disse Aramis seguindo para saída.

  -Se não posso parar o príncipe vou com ele... - disse Rey determinado.

 

Capitulo 4 – Luto no Ar...

 

Estava pensando em como iríamos ir até o emprego do meu pai. Já que ele era do outro lado da cidade. Mas esse pensamento logo foi embora... Quando saímos da escola, tinha animais enormes no pátio. Era como tigres só adicionando asas, de águia. Eles tinham cabeça de águia, patas da frente de galinha, asas enormes, e uma cauda muito bonita.

  -Griffos - disse Aramis, parecendo gostar do animal.

  -Que coisa é essas? – disse Rey, parecendo já ter visto aquilo em algum lugar.

  -AH! Se eu for explicar vai demorar muito – disse Aramis.

 Sentamos-nos Griffos, eu e Aramis, Rey e Os Espadachins, e Os dois Feiticeiros juntos. Estava voando uns 100 kl por hora, os Griffos eram bem gentis. Até a hora em  vieram, do nada. Sobras pretas em nossa direção. Eram estranhas criaturas pretas parecendo morcegos humanos com asas.

  -Droga! Gorgonas! – disse Aramis fazendo sinais pro outros.

  Os Griffos se separaram um voou pra cada direção. Com o tempo não se via mais os outros Griffos nem as Gorgonas. Até uma hora que batemos de frente com umas das Gorgonas. Aramis estava com uma espada na mão e perfurou o monstro eles começou a sagrar uma coisa verde nojenta, até que foi ficando fraco e cair. Fomos até um prédio e por incrível que pareça todos estavam esperando lá. Fomos juntos bem mais rápido que antes para o prédio onde meu pai trabalha. Sobrevoamos o prédio ele era todo de vidro e bem alto quase do mesmo tamanho do Empire State Building.

Os Griffos pousaram no teto logo sai do meu Griffo e fui em direção a entrada. Mas Aramis me interceptou

  -Onde pensa que vai? – disse Aramis, bloqueando o caminho.

  -Ver meu pai eu tenho que falar com ele, não posso deixa-lo – disse.

  -Kevin? Você vai buscar o pai dele - disse Aramis

  -O que? – disse um dos Feiticeiros.

  -Vai logo! – disse Aramis, brava.

Ele foi correndo buscar o meu pai. Depois de alguns segundos apareceu meu pai parecendo um doido...

  -Você está bem? – disse meu pai.

  -Sim, pai você sabe o que é isso tudo acontecendo? – disse, curioso.

  -Sim, filho sua mãe não morreu no parto ela foi assassinada no dia do seu nascimento. Ela era de outra dimensão ela parecia um anjo. Mas você nasceu no meio de uma guerra e o inimigo aproveitou para atacar o reino durante o seu parto. O seu avô o Rei, mandou eles te levarem para outra dimensão, uma mais segura. – disse meu pai – Agora filho você precisa ir com Aramis, e voltar para outra dimensão.

  - Pai! Você não vai vir comigo? – disse.

  -Não posso um humano só pode ir uma vez a sua dimensão. Quando você nasceu eu tinha decidido ficar na outra dimensão para sempre mais tive que te proteger meu filho... – disse triste. – Mas não precisa se preocupar você pode voltar e ir quando quiser. E também existem outras formas de se comunicar comigo.

  -Está bem, mas se cuida. Vou voltar na primeira oportunidade. – disse alegre.

  -Vamos, antes que as gorgonas busquem ajuda. – disse Aramis.

Subimos em nossos Griffos e fomos em direção as montanhas do Sul, chegando lá deu pra ver um símbolo desenhado no chão. Era um símbolo estranho que só tinha visto uma vez era o mesmo símbolo que meu pai tinha tatuado no braço. Sempre perguntei para ele o que era e ele sempre inventava uma historia diferente. Descemos dos griffos e fomos em direção ao símbolo quando chegamos os feitiçeiros começaram a usar magia com o tempo um portal foi se abrindo.

  -Pronto todos podem entrar – disse Aramis.

  -Mas isso parece ser perigoso... -disse com medo.

  -Que nada é bem rápido – disse Aramis me encorajando.

  Entramos no portal e foi como um flash de luz em um minuto estava em uma sala dourada com uma porta do tamanho de um prédio. Aramis foi à frente e empurrou à porta ela se abriu...

 Capitulo 5 – Começo minha vida como um príncipe e conheço 5 homenzinhos.

 

No momento em que a porta se abriu, senti um vento suave circulando o salão. Logo 4 guardas vieram nos recepcionar. Tudo aconteceu muito rápido, derrepenti eu estava separado do grupo... Os guardas me levaram a um quarto enorme... Tinha uma cama mais ou menos de 3 metros de largura. Era lindo todo dourado e brilhante com quadros de inúmeras paisagens. Estava bem nele e não queria sair. Cheguei perto da cama e vi uma roupa, era simples mas bem bonita. Era uma túnica dourada. Eu adorei o traje, mas sentia que precisava de uma mudança... Peguei a capa, e vi uma tesoura em cima da escrivaninha ao lado da cama. Peguei a tesoura e fiz da capa um casaco, depois para saia e a transformei em uma borda para o casaco. A calça eu cortei uns fios e a deixei mais solta, estava de frente com uma blusa de baixo branca com o símbolo do reino. Cortei suas mangas e fiz uma blusa sem mangas. Abri a porta e já avia uns guardas me esperando na hora em que me viram simplesmente surtaram:

  -O que você fez com seu trage? – disse o primeiro guarda.
  -Só dei umas ajeitadinhas – disse sorrindo.
  -Tudo bem! Ele é novo, vamos deixar só dessa vez. Mas eu te aviso se o Rei te vires assim ele vai te mandar pro lugar de onde você veio – disse Kevin, um dos Feitiçeiros que estava com Aramis.
  -Tudo bem se alguém levar culpa, eu assumo – disse.

  -Vamos senão chegaremos atrasados. – disse Kevin.

  -Atrasados pra que? – disse.

  -Uma reunião! Eles querem te conhecer! – disse Kevin animado.

  -Quem é que quer me conhecer? – disse curioso.

  -Os conselheiros, resumindo são um bando de velhos que decidem tudo por aqui, sem você na seguir o que eles mandão você é preso. – disse Kevin, desanimado – Uma vez eu não obedeci aos conselheiros e eles me sentenciaram a 3 dias de tortura.

  -Eles devem ser bem chatos. –disse.

  -Sim, são 5 homenzinhos totalmente irritantes que vivem discutindo. – disse Kevin.

 Nesse exato momento, lembrei-me do sonho que avia tido dos 5 homenzinhos sobre uma mesa dourada. E tinha quase certeza que aqueles homenzinhos eram os conselheiros. Passamos por poucas partes aonde se podia ver lá fora. Vi campos com Griffos, vi também algumas pessoas estranhas eram normais tirando a parte que tinham asas como se fossem anjos. Kevin disse que eram alados, uma raça muito poderosa de nossa terra eles tinham as habilidades de arqueiros, e podiam voar até aonde quiser. Depois de uns minutos andando vi uma porta resplandecente dourada a primeira coisa em que pensei foi em que esse reino era viciado em ouro, a segunda foi pensar em como impressionar os conselheiros para que não começassem a pegar no meu pé tão cedo. Kevin abriu a porta e eu já estava preparado para ter um julgamento com os 5 smurfs rabugentos.

A porta se abriu e quando vi não tinha ninguém, bom parecia que os conselheiros aviam ido ao banheiro, sentei-me na cadeira central e os espereis por alguns minutos. Até 5 homenzinhos entrarem na sala todos encapuzados com uma capa verde e dourada.

  -Então você é o príncipe, entendo... – disse o primeiro.

  -Era pra eu fazer a primeira fala, idiota. – disse o segundo bravo.

  -Que seja é tudo a mesma coisa. – disse o primeiro.

  -Não é não! Eu sempre falo primeiro. – disse o segundo.

  -Chega! Vamos começar logo. – disse o terceiro.

  -Por Favor, me diga qual é seu nome? – disse o terceiro.

  -Piter senhor, fui criado em outra dimensão. – disse.

  -Sim, bom eu quero dizer ‘’Seja Bem Vindo’’ – disse com um sorriso forçado.

  -É Seja Bem Vindo a ‘’Prisão’’ – disse o segundo.

  -Não jogue na cara do garoto que ele nunca mais vai ver o pai, ou que nunca mais vai ter sua vida normal de volta. – disse o primeiro.

  -Calado! Você não viu que o Chain está falando. –disse o quarto.

  -Bom resumindo, somos os conselheiros e queríamos te dar boas vindas e dizer que estamos em guerra e por isso querem que você fique aqui até seu treinamento terminar. Isso quer dizer bastante tempo – disse o quinto.

  -O que? Como? Quer dizer!

  -Você vai ficar aqui por uns séculos... É isso – disse o segundo.

  -‘’Uns Séculos’’ é muito tempo! – disse.

  -Séculos passam muito rápidos, e é o tempo certo de você treinar e a guerra acabar. A menos que alguém consiga  fazer ela acabar antes da hora – disse o tal de Chain coçando a barba.

  -Vai! Agora Kevin ira te levar a os mestres de guerras eles iram te treinar – disse Chain.

  -Vamos! – disse Kevin na porta da frente.

  -Mas! Eu..! Quer dizer! Eles tão brincando comigo né? – disse perguntando a Kevin.

  -Bem que eu queria dizer que sim, mas... Você sabe que não é brincadeira – disse Kevin.

  -O que ouve com o Rey? – disse me lembrando de meu amigo.
 -AH! O feiticeiro... Sim, aquele garoto tem sorte – disse Kevin animado.
 -Como assim? – disse.
 -Nós descobrimos que ele é descendente de uma um clã muito poderoso de feiticeiros. – disse Kevin. – O clã Nheve, conhecido como nosso mais poderoso clã do reino – disse Kevin.
  -Nossa! E agora onde ele está? – disse.
  -Está no mesmo lugar para onde vou te levar – disse Kevin – Diferente de você ele está muito ansioso com o treinamento.
  -É por que ele não tem ninguém na outra dimensão – disse. – Ele é órfão, eu acho que os pais deles o mandaram para a outra dimensão igual a mim só que com ele ninguém foi para protegê-lo.
  -Sim, mas o que importa é que agora ele está aqui. E está na hora de você treinar. – disse Kevin.
  -Tá! Se vamos fazer isso, vamos fazer logo – disse.
 Andamos por quase todo o castelo dourado, e finalmente pode ver o reino por completo, as casas feitas de pedra ou madeira, com um telhado feito de palha, que podiam durar cerca de 30 anos. O chão era de terra batida, e nas moradias, um único espaço era usado como cozinha, sala, quarto, e para os artesãos, também servia como uma área de trabalho. E também deu para perceber que os banheiros eram fora das casas, não havia água corrente nem rede de esgoto, não era muito higiênico. Kevin me apresou porque eu estava totalmente encantado com aquele reino só conseguia enxergar luz e esperança nele nada mais. Não se via gente brigando por tomate, nem por comida, ou por dinheiro e racismo. Parecia que todos gostavam uns dos outros, nesse momento eu pensei como seria bom se a minha dimensão fosse assim. Quando olhei para frente dei de cara com uma coluna...
  -Você está bem? – disse Kevin.
  -Espero que sim... –disse meio tondo.
 Depois disso passamos alguns minutos andando até que Kevin interceptou meu andar e me encaminhou  a uma porta de madeira ao lado esquerdo.
Ele abriu a porta e vi um campo enorme fora do castelo, cheio de cavaleiros treinando, correndo, estudando, cantando, brincando... No final do campo pode ver Rey...
  -Antes de irmos quero que você me explique tudo, cada luta, cada discussão, quero saber a historia dessa terra. Tudo, todos os altos e baixos. – disse.
  -Está bem, não tem como você liderar uma terra sem saber nada dela... Diz uma lenda, que as nossas dimensões no começo de tudo eram juntas, isso foi até descobrirem a magia. Os primeiros a descobrir a magia foram os monges, com o tempo eles começaram a usar a magia para ajudar a todos curando feridos, fazendo crescer plantações. Com o tempo eles começaram a mexer na natureza, unindo animais. E assim criando as criaturas mágicas... – disse Kevin sendo interrompido.
  -É e não demorou muito para descobrirem que poderiam usar a magia como uma arma. – disse uma garota atrás de Kevin.
  -Oi, Ravena. – disse Kevin sorrindo.
  -Nem vem que não tem. Vim conhecer o Príncipe, Piter não é? – disse Ravena me olhando.
  -Calma! Se me dá licença vou continuar a história, você pode falar o que quiser com ele depois. – disse Kevin.
  -Gente! Eu quero ouvir a história!. – disse pensando em como eu vou parar em tantas brigas de casais.
  -Bom como ela dizia depois de uns tempos usando e descobrindo mais magias os monges sem querer descobriram uma nova magia... A Magia Negra. Ela era formada por maldade, tristeza, medo, entre outros pesadelos.
Desde ai a terra se tornou um campo de batalha. E agora os reinos vivem em guerra. – disse Kevin, olhando Ravena indo embora.
  -E como nossas dimensões se separaram? – disse curioso.
  -Bom o mundo estava cada vez pior com as guerras, então todos fomos a favor de separar o seu mundo com o nosso mundo mágico. – disse Kevin, coçando a cabeça tentando se lembrar do resto da historia. – E os monges criaram 2 dimensões separando o mundo, e com isso foi aparecendo as criaturas mágicas. O clã Vitarg, um clã de feiticeiros do reino das trevas.
Usou a magia para fazer um soldado mais forte com a magia negra... Mais cada vez que ele ficava mais forte, ele ficava mais sem controle. Até o dia em que ele matou a própria esposa. E esse foi uma boa desculpa para os reinos proibirem a magia negra.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Capitulo 6 – O Treinamento
 
 
Estava pensando em como era ser um feiticeiro, olhei para Rey mexendo seu corpo, mansamente. Atrás de mim, Kevin me olhava como se tentava ler meu pensamento. Olhei para e percebi que o campo era enorme, do tamanho do Green Park, na Inglaterra. Nele tinha guerreiros lutando como se fosse morrer se parassem, feiticeiros estavam tão concentrados que as folhas ao seu redor não inquietavam, balançando de um lado para o outro. Os arqueiros fitavam flecha atrás de flecha. Formando um moinho na árvore onde mirava. Estava preste a começar a andar em direção do Rey, quando ouvi uma voz de uma garotinha. Olhei para trás e vinha correndo na direção de Kevin uma garotinha mais ou menos de uns 7 ou 6 anos, era gordinha e falava freneticamente – Kevin! Kevin! Kevin... – E a cada um quilometro ela caia de cara no chão ou no gramado. Kevin parecia nem ter notado-a. Enquanto Kevin dizia alguma coisa como – Então não tem o preta-grama na mão daquele garoto aquele é um símbolo mágico que serve... – A garotinha se aproximava cada vez mais, ela era não tão gorda quando imaginava tinha cabelos dourados, olhos escuros, usava uma armadura enorme em seu pequeno corpo barrigudinho. Ela vinha se desvendo das flechas, armas, magias, como se não fossem nada... Bem ela parecia estar acostumada com aquilo. Finalmente Kevin a percebeu – AH! Não! – tentou correr mais não deu tempo a garotinha estava já na sua frente com uma cara feliz a começo, pulou em cima de Kevin dizendo algo como – Você voltou! – Achei que ela estivesse feliz mais depois de alguns segundos ela já estava batendo na cara de Kevin com muita força e raiva:
 
  -Você disse que ia me levar para próxima missão seu mentiroso – disse brava.
  -Calma! Eu não posso te levar para minhas missões – disse Kevin.
  -Mas a mamãe disse que era para você me levar a qualquer lugar que eu quisesse – disse a gordinha.
  -Lugar não perigoso – disse Kevin.
  -E a outra dimensão é perigosa? – disse a gordinha.
  -Sim! – disse Kevin
  -Que seja! Eu preciso ir a alguma missão sabe né? Eu tenho que fazer cinco missões de nível ‘’1’’ ou uma missão de nível ‘’4’’.
  -Você sempre quer ser a primeira, já disse é muito perigoso uma missão de nível 4, por isso acho que se você quiser entrar para guarda, o Grupo de Exploração. É melhor e mais fácil fazer as cinco missões. – disse Kevin com cara de preocupado.
 
 
Sabia a situação em que ele se encontrava estava tentando protegê-la, mas ela não queria sua ajuda. Queria fazer isso sozinha, sei lá o que era missão de nível 1 ou até mesmo a de nível 4 mas parecia algo perigoso.Eles ficaram discutindo até a hora em que Kevin gritou alguma coisa como - Tá te levo na próxima! LILA! – a garotinha foi em direção aos portões. Olhei a volta e para cima quando me deparei que era um céu totalmente diferente, era da cor azul marinho com nuvens brancas, mas aonde deveria ficar o sol ou a lua estava uma pedra enorme, mas bem da onde eu estava não dava pra dizer era pequena para mim que estou longe...
 
-Aquele é o reino! – disse Kevin atrás de mim.
 
-Como é que? É? Ele? – disse sem conseguir falar a palavra.
 
-Voa bom nosso reino é mágico é o reino da luz por isso ficamos o mais perto do sol, a escuridão e a terra são nossos pontos fracos. Apoderamos-nos do ar, usamos criaturas voadoras. – disse Kevin.
 
-Então como? Nós estamos aqui? – disse curioso.
 
-AH! Sim aquele portão também é mágico, ele é um portal entre a superfície e o reino. É o único jeito de chegar ao reino pelo solo. Serve para se proteger dos outros reinos – disse Kevin.
 
-Você disse reinos? – disse lembrando suas antigas palavras.
 
-Sim nosso mundo é atualmente formado por 6 reinos: Luz, Trevas, Relâmpago, Floresta, Terra, Fogo. Os nossos aliados são os reinos da Floresta e do Relâmpago. Os reinos do Fogo, Terra, Trevas são mais fortes mais vivem brigando... Mas por algum motivo se uniram e estão destruindo os outros reinos. Antes existia o reino da água mas ele foi dizimado a milénios atrás. Na 3ºGuerra Sobre natural, em que até os mortos lutaram... – disse Kevin com uma cara sombria.
 
-Como assim ‘’até os mortos lutaram’’?
 
-Bom como posso explicar, é bem... O reino das trevas é sombrio por isso ele é o único reino que tem acesso aos ‘’Calabouços Infernais’’ que é aonde todas as almas dos mortos vão. Nos Calabouços Infernais encontra-se dividido em três partes: Campos de Perdição, A Fornalha Infernal e o Trantus... Bem o Trantus é o pior... É a prisão de todos os montros que é guardada, pelo deus‘’Tergos’’ deus da prisão. O Reino das Trevas de alguma forma fez com que Trantus dormisse por um bom tempo, e nesse meio tempo vários monstros conseguiram fugir, e lutaram em nome do Reino que o libertou – disse Kevin.
 
-Nós temos deuses? – disse animado com a palavra.
 
-Sim, mais diferente das histórias eles não se mostram para nós por nada. – disse Kevin coçando o cabelo – Pelo que me lembro a única vez em que eles apareceram na 2º Guerra Sobrenatural, pelo que me lembro da aula de guerras antigas, é... AH! Sim, foi ‘’Bargo, deus da humanidade’’ o deuses pediram para que ele parasse a guerra. Alguma coisa como acabar com a linhagem dos ancestrais ou espíritos sei lá, mas eu sei que aquilo era importante para os deuses. E esse foi o único motivo de se mostrarem para a humanidade.
 
-Mas eu achava que os deuses gostassem de melhorar a humanidade e ajudá-la. – disse perplexo.
 
-Sim, todos achavam. Mais agora ninguém acredita mais neles acham até que morreram ou sei lá – disse Kevin olhando Ravena treinar.
 
-Você gosta dela? – disse.
 
-Não, imagina... Eu e ela só brigamos e não da pra imaginar nós dois junto – respondeu Kevin parecendo tentar imaginar os dois juntos... E parecendo gostar da idéia.
 
-E a garotinha de agora pouco? – disse lembrando-se do espanto.
 
-O nome dela é Lila, ela é minha irmã mais nova. Ela é muito preciosa para mim, por isso estou fazendo de tudo para que ela desista da idéia de entrar para o grupo de exploração e rastreamento. – disse Kevin esperando que eu entendesse.
 
 
Embora eu quisesse fazer que sim com a cabeça e dizer que entendi não sabia o que era o grupo de e exploração tentei dizer isso da melhor forma possível:
 
-Grupo de Exploração? – disse preocupado com a resposta.
 
-Ah! É você é novato, nossa Reino é dividido em 4 tipos de grupos de guerreiros o Grupo de Patrulha, é o grupo que cuida do reino. O Grupo dos Paladinos, ou melhor, dizendo, a guarda real, os guerreiros responsáveis por cuidar da família real. O Grupo de Exploração ou Rastreamento, somos híbridos ou exploramos novas terras ou procuramos alguém ou alguma coisa. E por ultimo o Grupo da Elite, é o grupo que só age na guerra eles comandam todos os grupos durante a batalha. Mais para entrar no Grupo da Elite você tem que pelo menos ser um líder de alguns dos grupos e ser muito bom... – disse Kevin triste, parecia que ele já havia tentado entrar para o grupo da elite. E pelo jeito não conseguiu. – Mas eu gostei de ter entrado para o grupo de exploração conheci Aramis, Clenk, Ravena, Maison, e mais alguns outros malucos que me divertem.
 
-Maison? – disse.
 
-Ah! Você com certeza vai conhecer ele mais tarde, me desculpe mas eu não posso ficar tenho um compromisso. Vejo-te mais tarde – disse Kevin, indo em direção ao portal.
 
 
O Portal brilhou, e Kevin desapareceu. Olhei para Rey, ele estava meditando, e de alguma forma ele sentiu que eu estava olhando. Por que quando pensei nele imediatamente ele se levantou e olhou em minha direção. Surpreendi-me com isso, mas ele era a única pessoa em que eu confiava. Pois tudo aconteceu, e ele estava lá, sem saber de nada de mim mais mesmo assim me acompanhou não sei como esse negócio de ligação funciona, mas acho que não seria tão forte a ponto de arriscar a vida por uma pessoa que mal conhece. No meio do caminho, uma cavaleira me interceptou:
 
-Com licença, mais quem deu permissão para ficar perambulando o campo de treinamento. Não sabe que é perigoso aqui. – disse a garota.
 
 
Vendo ela me lembrei de Aramis achei estranho me lembrar dela, pois a garota a minha frente era totalmente diferente Aramis era ruiva, com olhos castanhos claros. A garota a minha frente tinha o cabelo um tom de loiro muito claro quase branco, e olhos escuros como a noite, usava delineador. E usava uma armadura completa. A parte da cima parecia um símbolo estranho diferente da que tinha na armadura de Aramis. Era azul marinho, era um cavalo envolto por fitas, quando a garota percebeu que minha atenção estava na armadura disse:
 
- É o símbolo do Grupo de Patrulha, sou a líder me chamo ‘’Meira’’ –disse Meira me examinando.
 
-Meu nome é Piter. – disse, me lembrando do que Kevin disse sobre os tipos de grupos.
 
-Você é o príncipe, nossa! – disse Meira.
 
-O que? Ah! Tá você é que nem os outros esperando um fortão, musculoso, e bonito príncipe. – disse meio incomodado.
 
-Não é que eu... Deixa, por que você não me acompanha? – disse Meira com um sorriso forçado.
 
-Não, eu tenho que ver um amigo. Ele... – disse, e quando olhei para trás Rey estava atrás de mim.
 
-Oi! Estava preocupado você do nada sumiu, só fiquei em paz quando disseram que era pra eu te esperar aqui. – disse Rey, e ele parecia nem ter notado a Meira.
 
-Tenho uma missão agora mais te vejo mais tarde. – disse Meira, indo em direção do portal.
 
-Ela é estranha né? – disse Rey, com uma cara engraçada.
 
-Um pouco, sei lá não fui com a cara dela, ela parece muito durona. –disse – Mais e você o que aconteceu com você?
 
-Bom, me levaram para uma sala lá me colocaram no meio de um circulo sei lá o que, só sei que disse que eu era um descendente de um Clã de Feiticeiros, o Clã Nheve. – disse Rey.
 
-O Kevin me contou isso. – disse.
 
-Eles também falaram que os feiticeiros dos outros clãs precisavam canalizar seu poder em algum tipo de ponto mágico, é uns símbolos estranhos. Mas ele disse que meu clã tem uma magia tão forte que nem precisa desse canalizador. – disse Rey, no mesmo momento uma luz se formou em sua mão, ele a jogou a ela explodiu no ar.
 
-Incrível! Queria saber usar meus poderes também. – disse triste.
 
-Acho que vai aprender logo, não é difícil. – disse Rey
 
-Não sei, acho estranho consegui usar meus poderes uma vez e foi questão de vida ou morte. – disse.
 
-Se seus poderes só aparecem em questão de vida ou morte, você tem sorte, isso sim. – disse Rey, me animando.
 
-Acho que é verdade, obrigado Rey! – disse.
 
-De nada, mais acho melhor escolhermos sua arma. – disse Rey, apontando para um alçapão.
 
-Acho que sim... – disse não muito animado.
 
 
Fomos ao alçapão e por dentro ele tinha cheiro de ferrugens, tinha todo tipo de arma. Mas não me apeguei a nenhuma, sempre ia usar um arco a flecha ia uns oitenta metros ao contrário de meu alvo. Cheguei a usar, um arco, uma lança, um besteiro, duas maças de armas, um machado e uma alarbada. Mais no final do alçapão tinha uma arma ideal...
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Capitulo 7 – A Missão
 
Era uma espada branca, no tom quase pálido. Depois de pegar a espada perguntei a Rey se ele já tinha visto aquela espada. A espada tinha sua lâmina de ‘’Prata’’ brilhante, seu cabo era rodeado com pequenos diamantes verdes, e em sua ponta estava escrito ‘’ Spongiam Potentia’’. Não sabia o que aquilo significava mais parecia que era uma espada importante. Segurei a espada, e pude ver meu rosto perfeitamente. Ela era muito brilhante quase mais brilhante que o sol, Rey me encarou com cara de – Isso vai dar problema!  - mais eu não dei muita atenção para ele:
   -Não gosto disso! Estou me Sentindo mal – disse Rey.
   -Disso o que? – disse.
   -Dessa espada sinto que ela já derramou muito sangue – disse Rey, com cara de um rato de laboratório.
   -Que nada! É só que você deve estar com fome! –disse, mesmo que eu também estivesse sentindo isso.
   -Por que aqui nessa dimensão você é tão medroso! – disse.
   -Sei lá! Quero voltar para minha dimensão, tinha planos pro meu futuro lá! Queria morar em Nova Orleans, ter uma família, uma esposa e dois filhos. E trabalhar na aeronáutica! – disse Rey, com cara de sonhador.
   -Até imagino você em um avião... – disse, pensando em uma piada e veio certinho de primeira – ‘’Estou voando sobre umas montanhas... Estou abaixando pouco à pouco... Oh! Não! Eu bati, repito eu bati, repito eu bati! Rey Peidei, Rey Peidei, Rey Peidei!
   -Para! Não! E você, pelo menos nunca vai se perder no escuro ‘’Vaga lume’’!
   -Não para! Não fala isso! Meu deus... Ta bom vamos logo procurar alguma coisa! – disse.
     
    Logo depois que parecei de falar uma pilha de armas começou a se mexer, Rey e eu fomos em direção a pilha. Chegando perto a pilha se mexi mais, eu fui à frente e na hora em que fui tocar na pilha alguém se levantou com tudo me dando um susto e assustando Rey. As armas voaram de um lado pro outro, um garoto tinha cabelo castanho escuros, olhos castanhos, usava roupas da minha dimensão, com um fone de ouvido, calça jeans, e um casaco bege:
    -Eai! – disse o garoto animado.
    -O que você ta fazendo aqui? – disse.
    -Me desculpe... Eu me chamo Clenk, cuido do armazém por isso na maioria das vezes durmo aqui. E pra falar a verdade o metal das armas me aquece mais que meu cobertor... – disse ele sorrindo, depois de um tempo parado ouvindo a musica em seu fone passar ele começou a dançar de uma forma muito estranha e engraçada.
    -Desculpe eu interromper a dança, mais já que você cuida das armas você conhece essa arma, e também queríamos uma arma para meu amigo Rey. – disse, mostrando a espada em minha mão.
    -A essa espada é mágica. E bom... – disse Clenk, olhando para Rey – Acho que tenho a arma ideal!
    - Obrigado! – Agradeceu Rey.
    
          Clenk se jogou em uma pilha de armas depois voltou com um cajado mais ou menos de uns 50 cm de altura. Bateu um pouco o cajado no chão, parecia estar vendo se estava funcionando.
    -Bom aqui está! – disse Clenk.
    -O que ele faz? – disse Rey, segurando-o.
    -Ele é mágico pode se transformar no que você quiser o que eu acho muito bom, por exemplo, você pode transformar ele em um pequeno rubi e guardar no bolso. – disse Clenk.
    -Nossa que legal, e o que essa espada faz? – disse.
    -Ela é chamada de ‘’ Spongiam Potentia’’ ou Esponja do Poder traduzindo, ela literalmente é uma esponja. Ela tem a habilidade de absorver as habilidades das armas a seu redor. Agora mesmo você tem o mesmo poder do cajado do Rey – disse Clenk, dançando.
    -Acho que vamos ficar com elas. – disse.
    -Já que escolheram é meu dever garantir que aprendam a usar. – disse Clenk.
 
     Ele começou a nos puxar com muita força, chegando lá fora todos olharam para mim e para minha espada:
   -O que é que tem essa espada, parece que todo mundo tem medo dela? – sussurrei para Clenk.
   -Ah! Esqueci-me de te avisar, é que o ultimo dono dessa espada foi um grande guerreiro desse reino. Por isso tem uma lenda que a próximo dono da espada seria outro grande guerreiro que iria mudar essa dimensão para melhor, É CLARO! – disse Clenk, eu estava morrendo de vergonha todos olhando para mim ali vagando com uma espada de um cara morto.
   -Clenk, você com certeza é o pior ajudante que já encontrei! Como pode esquecer de dar um aviso desses – disse.
   -Eu me esqueço de tudo não é a primeira vez que acontece isso, uma vez me esqueci onde era minha casa, ou também o dia do meu aniversário, por isso mesmo que pra mim meu aniversário é todo dia! – disse Clenk, sorrindo.
  -Seu aniversário é todo dia? – disse.
  -Sim – ele disse com um sorriso de: ‘’Morra de inveja eu tenho festa de aniversário todo dia’’. Mas ele não disse nada.
  -Está bem vamos logo!
 
     Do outro lado do campo estava Meira me observando, como se quisesse me pegar e trancar em uma jaula, observei Clenk e lembrei-me de fazer uma pergunta:
  -Clenk, como você tem roupas da outra dimensão? – disse.
  -Eu sou do esquadrão de exploração fui varias vezes a sua dimensão, e toda vez que vou compro alguma coisa, principalmente roupa.
  -O que é aquilo? – disse apontando para umas esferas no céu.
  -Eles são nossos escudos protegem a entrada para o reino – disse Clenk – Que tal nós começarmos agora.
    
     Quando eu achei que a gente fosse começar, Kevin veio correndo em nossa direção, estava com cara de preocupado, Meira do outro lado do campo se contorceu um pouco, quando Kevin chegou perto disse:
   -Oi! Clenk! Quanto tempo não te vejo, desde que fui para missão na outra dimensão! – disse Kevin.
   -Quando você foi para outra dimensão? – disse Clenk, com cara de bravo – Você não me avisou eu podia ter comprado mais roupas, ou comprado um Pc novo, ou sei lá.
   -Foi mal, mas você demora muito quando vai a outra dimensão e Aramis tinha que fazer a missão rápida para trazer o príncipe de volta – disse Kevin, apontando para mim.
   -O que? Você é o príncipe? Nossa você... É... Deixa pra lá – disse Clenk.
   -Aramis, quer os 3 na sala de teletransporte(É a sala em que chegamos, ela tinha esse nome).  Ela precisa falar um aviso urgente! – disse Kevin baixo olhando ao redor para ver se alguém tinha prestado atenção. Mas a única pessoa que avia olhando para nós era Meira.
   -Tá vejo você lá! – disse Clenk, ele começou a mexer em seu Iphone, e de repente desapareceu.
   -O que foi isso? – Perguntei a Kevin.
   -Clenk tem um dispositivo de teletransporte, ele pode se teletransportar para lugares perto. A essa hora já deve estar lá na sala, ele é muito sem educação nem perguntou se a gente queria carona. – disse Kevin olhando para o reino.
  -Da para se teletransportar com mais de uma pessoa? – perguntei.
  -Sim, agora vamos – disse Kevin.
     Kevin, Rey e eu fomos em direção ao portal atravessamos o portal e estávamos já no reino, fomos direto para o castelo. Passamos e estava uma bagunça danada os guardas estavam pegando armas e se preparando para algum tipo de guerra:
  -O que está assentindo? – perguntei a Kevin.
  -Aramis irá te explicar tudo por hora eu só sei que o Rei não está no reino  –disse Kevin.
  -Como assim o Rei não está no reino? – disse.
  -Ele teve que ir em uma reunião em que todos os Reis dos reinos aliados iriam, era importante por isso. – disse Kevin.
  
   A começo senti uns estrondos ruidosos depois começaram como fossem terremotos. Foi o tempo de nós chegarmos até a sala de teleporte, ela estava mais brilhosa como se alguém tivesse polido ela de cima para baixo. Aramis estava sentada em uma cadeira em frente a uma mesa com vários mapas riscados, rabiscados, com café derramado, etc. Parecia que ela estava ali a muito tempo, ela olhou para mim. Então seu olhar duro vacilou, e ela sem querer mostrou sua cara de medo. No mesmo momento voltou a sua postura, olhei ao redor e tinha lindos desenhos gravados nas paredes. Era uma criança brilhando simbolizando o símbolo da ‘’Luz e da Paz’’. Os deuses abençoando essa criança:
   -Nossa! Que lindo. – disse.
   -Diziam que quando um deus morre sua vida passa a diante e ele nasce de novo, essa é sua mãe isso foi colocado em homenagem a ela. – disse Aramis, apontando para a mulher com cabelos loiros, olhos verdes, usando um vestido azul.
   -Quem é essa criança? – disse.
   -Você! – disse Aramis.
   -O que? Como? – disse.
   -O povo do reino achava que você era a renascimento do ‘’Deus Bargo’’ – disse Aramis, me observando.
   -É, se eu fosse deus de alguma coisa seria deus da preguiça! – disse.
  -Não brinque com os deuses...
 
  Ouve um estrondo muito grande e todo reino tremeu. Aramis acionou o portal:
   -O que aconteceu? – disse.
   -Invadiram o reino, o portal irá levar vocês para fora. Vá para o reino da floresta e encontre Maison ele estará esperando vocês. – disse.
  -Você não vem? – disse.
  -Não tenho que ajudar aqui... Adeus – disse Aramis.
 
 Entramos no portal e ele se fechou estava em uma floresta, com flores azuis a minha frente do lado um pequeno riozinho ao meu lado Rey, Kevin e Clenk.

6 comentários:

  1. Adorei acho muito bom o livro divertido a criativo uns dos melhores do blog os meus preferidos são Os Mistérios de Um Crime e esse. Continue o belo trabalho!

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    1. Eu ainda não consegui ler o livro do Gian (não é que eu não tenha conseguido, é que eu sou a Beta-Reader do blog e olhar os erros de português me dá vontade de matar o Gian. Eu até li umas partes e tal...mas tenho pena de mim), mas muito obrigada! Mais capítulos em breve. ;)

      xx Rapha

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  2. o que? Como? Nãooooooooooooooo o reino não pode ser invadido não não não não... Faça logo o próximo Capitulo quero ver o reino ser reconquistado. Adorei o Clenk!!!

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  3. Cadê o próximo capitulo estou curiosa

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  4. Finalmente Chegou esse cap. nossa adorei Albatroz(Em falar nisso da onde veio esse nome?)A discursão dos dois foi épica

    nota: 10

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